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novembro 28, 2009

Voz entre flor de pêssego e cal.

Lanceia. Desavisa. Apraz.

Lume tácito. Buganvília. Farpa.

Voz sem vestimenta prevista. Nem rouge, nem batom.

Cardume de graveza, gravame e caju.

Mistura de sargaço e sertão.

Rosa e urucum.


Timbre agreste, umedecido.

Avesso a rótulos, incita antíteses.


Café coado com chopp. Ela tem bossa. Valsa, balada, soul…

Traz o Rio de Janeiro pra Belo Horizonte. E vice-versa.

Afeita a mar, compõe, rediz a montanha.

Ela sombreja, abrasa.

Broa de fubá. Copacabana.

Incendeia, acalma.


Seu compositor predileto?

Tom Jobim.

Seu som?

Risco seco em oceano doce.


Lixa caramelada.

Saíra, mutum, assanhaço. Salina, coral, igaratim.

Nome asa, de espectro azul.

Janaína Assis:

iguaria da canção.



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novembro 26, 2009

 

…a saudade é Brigitte Bardot

acenando com a mão

num filme muito antigo…

Zeca Baleiro