Quando vejo na televisão um tremor de terra em algum país, de maneira fulminante não apenas tomo consciência daquele tremor de terra, mas sou quase que impregnado pela língua daqueles que foram atingidos, pela sua maneira de viver, por tudo aquilo que foi perdido (…) Sou impregnado por tudo isso e é por isso que digo frequentemente que o escritor contemporâneo, o escritor moderno, não é monoglota, mesmo se conhece apenas uma língua, porque escreve em presença de todas as línguas do mundo.

(Édouard Glissant)

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